A Fisioterapia é realmente uma belíssima profissão, a reabilitação permite um grau elevado de satisfação para o profissional conforme indicado em pesquisa pela revista FORBES por alguns anos consecutivos. E somos mesmo muito felizes com a arte da cura, mas devemos entender que hoje a fisioterapia passa por uma séria transformação, os tratamentos curativos que antes começavam com a indicação de um médico para as sessões de fisioterapia do paciente teve uma inversão na etapa nos últimos anos. Hoje Fisioterapeutas são parte importante na escolha do melhor tratamento indicado ao paciente na reabilitação, e de seu melhor prognóstico cinético funcional, até mesmo antecedente a uma decisão cirúrgica, e ou conservadora como parte integrante e atualmente prioritário de muitas equipes de reabilitação.

A fisioterapia permanece em ascensão quanto à quantidade e qualidade de suas pesquisas no Brasil, vislumbrando o crescimento da prática profissional baseada em evidência nas suas diversas especialidades. O número avança a cada ano, destacando a área nas pesquisas a nível Mundial.

Na atualidade para ser um excelente profissional precisamos estar bastante atentos às escolhas das condutas do nosso cotidiano com o paciente, e também dos aprimoramentos que vamos realizar além da graduação. Cursos extremamente onerosos devem ser avaliados quanto a sua base científica, e valor real para tal investimento. Não vale a pena investir em uma técnica que não vai te trazer retorno, e embasamento científico ao longo dos anos.
A avaliação do paciente segue cada vez mais minuciosa, e respaldada em critérios científicos, embasando os resultados terapêuticos em indicadores qualitativos e quantitativos do tratamento do paciente.

Hoje uma parcela importante da população tem acesso as informações de tratamentos, e que podem permitir a busca de profissionais que destacam-se pelos seus critérios clínicos, assegurando assim ao paciente a escolha de tratamentos com resultados respaldados em base científica, e de qualidade.

Fisioterapeutas brasileiros de sucesso da atualidade, seguem uma receita simples: realizam sua prática baseada em evidência; utiliza protocolos de tratamentos também baseados em evidência; fazem parte de grandes grupos de discussão; buscam atualizações constantes; analisam o mercado, investem em marketing pessoal com o alcance de seguidores que buscam atualização científica, tornado suas páginas sociais um verdadeiro mural de artigos, e de discussões recentemente lançadas; arriscam-se em negócios rentáveis que visam a qualidade do atendimento, e não a quantidade.

As escolas inovadoras devem estar preparadas para esse mercado atual, preparando o profissional com um senso crítico apurado, e com competências e habilidades para solucionar problemas.

Para se ter sucesso não basta apenas estar antenado com a ciência; uma outra e importante atualização constante deverá ser nas discussões em Saúde Pública, inovação, e tecnologia. Investindo e potencializando seus conhecimentos na Saúde preventiva. Acompanhar os avanços tecnológicos são fundamentais, e cada vez mais as empresas e setores ligados a tecnologia promovem eventos para solucionar com criatividade os problemas de Saúde e também da sociedade.

Segundo Guilherme Rabello, Gerência Comercial e Inteligência de Mercado da InovaInCor – InCor / Fundação Zerbini em último artigo publicado na acadêmia médica, “a Saúde 4.0 não tem mais nada a ver com tratar doenças – ela foca na Prevenção e Bem-Estar! Esta é a verdadeira revolução”!
Patentes de grandes tecnologias seguem a todo vapor, a cada dia novas tecnologias, e soluções inovadoras surgem na fisioterapia, mas com uma balança adequada de investimentos em pesquisa, e mentes criativas a Fisioterapia com certeza em pouco tempo alcançará um lugar determinante na prevenção de patologias, estando mais que preparada quando o assunto tratado é longevidade. E cá entre nós que assunto importante para discutir, diante de um País que está envelhecendo. E “bora” lá continuar sendo muito feliz nessa profissão!

Por Profa. Caroline Galatti

Ana Bondioli

Por: Ana Bondioli

Publicado em: 31 de maio de 2018

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