Nesta semana, o site da Revista Época Negócios publicou uma matéria sobre as novas diretrizes curriculares para o curso de Engenharia.

Segundo o Luiz Roberto Curi, presidente da comissão de revisão das Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de Engenharia, a inovação deve ser um dos principais focos destes cursos.

“É preciso um compromisso dos cursos com o processo inovativo industrial, ampliação, modernização e sofisticação da indústria. [É preciso] se aproximar dos desafios da produção,  dos desafios da infraestrutura.” 

O Centro Universitário ENIAC, sempre antenado com as tendências educacionais mundiais, tem investido na inovação, colocando seus alunos, professores e colaboradores em contato direto com a mais alta tecnologia disponível, sabendo da imensa importância que isso representa na formação do profissional do amanhã.

Diferente da imensa maioria dos cursos de Engenharia, onde durante os dois primeiros anos o aluno recebe uma carga pesada de disciplinas básicas, no  ENIAC, o aluno tem apenas um ano de disciplinas básicas essenciais. Assim, nossos estudantes podem aplicar realmente estes conhecimentos nas disciplinas profissionalizantes. Estas, ficam alocadas no quarto ano, onde após ter contato com as tecnologias da área e com o auxílio do professor destas unidades curriculares, este aluno poderá conhecer as reais aplicações desses conhecimentos em sua área de interesse. Isso diminui drasticamente a tradicional evasão dos dois primeiros anos dos cursos de Engenharia, onde muitos alunos desistem por não ter as matérias específicas de Engenharia aplicadas ao mercado.

Outro ponto destacado por Luiz é tornar os cursos mais dinâmicos. Os estudantes terão, por exemplo, acesso a conteúdos de mercado e de materiais, questões que os ajudarão na prática da profissão. Terão mais ênfase também atividades de pesquisa e extensão. Novamente, nenhuma novidade para o ENIAC, que conta com o CITIG, o Núcleo de Pesquisas e parcerias com diversas empresas, propiciando aos nossos alunos uma visão real da prática profissional de um Engenheiro formado.

Segundo Luiz, após aprovadas,  as novas diretrizes serão encaminhadas para homologação do Ministério da Educação (MEC) e, após essa tramitação, as instituições de ensino deverão ter um ano para adequar os currículos. A ideia é tornar os cursos mais atrativos, aproximando-os  do mercado de maneira que haja projetos que o curso desenvolva já ligados à atividade futura.”

A equipe pedagógica do Centro Universitário ENIAC sente-se orgulhosa em antever essas transformações educacionais pelas quais passam os cursos superiores brasileiros, principalmente por contar com um corpo docente ativo, engajado e toda a tecnologia disponível para cumprir seu papel, sempre formando o melhor profissional para o mercado do futuro.

Ana Bondioli

Por: Ana Bondioli

Publicado em: 12 de junho de 2018

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